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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

É desde criança que se desenvolve o autocontrole.



Conforme vamos crescendo e passando pelas fases da vida, a tendência é o amadurecimento emocional e como consequência,  vamos aos poucos aprendendo a controlar nossas emoções. Porém, desde criança podemos desenvolver o autocontrole, basta estimular e ensinar as crianças sobre as emoções ( e mais uma vez falo da Educação Emocional).
Uma ferramenta que tenho usado na clinica com as crianças para esse propósito é  o "Semáforo do Autocontrole", segue imagem:

  
O desenho do semáforo acima fica exposto na sala de atendimento do meu consultório. Converso com a criança sobre as emoções , sobre quando é necessário respirar e manter a calma, sempre visualizando a imagem. Elas normalmente trazem que precisam de calma quando estão nervosos, com raiva e com medo. E assim, vou conversando com a criança e, junto com ela, vamos descobrindo maneira de controlar as emoções de acordo com que elas vão aparecendo.

É muito legal perceber como as crianças trazem respostas e soluções bacanas para resolver suas questões, além disso vou mostrando maneiras possíveis delas canalizarem seus sentimentos, caso elas não consigam uma resposta. O simples "bate-papo" com as crianças (com auxilio da imagem que criei) traz a autopercepção de si, o aprendizado sobre as emoções e o autocontrole. A atividade pode proporcionar melhoras em relação ao medo, agitação, ansiedade, agressividade e etc... 


É isso aí, pessoal?!? Espero que tenham gostado!

Para quem quer saber mais sobre Educação Emocional, deixo alguns links aqui:




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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Divertida Mente: a importância de reconhecer os sentimentos.






Em Junho estreou o novo filme da Disney - Pixar, Divertida Mente. A animação  mostra o que acontece dentro da cabeça de uma garotinha (Riley), desde o nascimento dela até a entrada da adolescência, fase em que muitas transformações ocorrem no cérebro e, principalmente, no que diz respeito ao amadurecimento emocional.  

Na trama, varias emoções convivem no cérebro de Riley como: Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho. A Alegria lidera os comandos das memórias de curto e longo prazo e se esforça para que a garotinha fique sempre feliz. Porém, como na vida, nunca temos controle de tudo e devido a grande mudança na vida de Riley, os outros sentimentos, passam a fazer parte do dia-a-dia da garota. Assim, a Alegria sai de cena (por alguns momentos) e da vazão a emoções não tao felizes, mas que cooperam para o crescimento e amadurecimento humano. 

A análise mais importante que faço do filme, no que diz respeito a psicologia e as emoções, é o fato da Alegria sempre estar junto com a Tristeza e no fim da animação, a grande conclusão (da personagem Alegria) é que a tristeza  é necessária para o desenvolvimento de Riley
E assim é a vida, não?  O processo do ser humano de amadurecimento    é doloroso, e o contato com os sentimentos de tristeza, raiva e medo são inevitáveis para o nosso crescimento. Alem disso, para compreendermos a alegria temos que ter vivenciado outros sentimentos, como a tristeza, por exemplo. 

O fato do filme dar ênfase a tristeza, e evitar que ela se torne a vilã da trama, mostra algo extremamento positivo e oposto do que percebo na nossa sociedade, já que vejo (principalmente com as crianças) que não se pode estar triste e que devemos estar sempre bem e felizes, ou seja, a tristeza é sempre negada. Outro exemplo atual em relação a isso, é a exposição nas redes sociais, no qual as pessoas só postam situações  felizes e negam o tempo todo a existência do outro lado da vida, os momentos difíceis  e tristes.

Se você ainda não se convenceu que deve assistir o filme ou que deve levar a criançada para assistir, aqui deixo o motivo de suma importância da animação. Divertida Mente, nos faz compreender e nomear nossos sentimentos, o que eu chamo de Educação Emocional (Clique a aqui para saber mais) e que é muito importante tanto na terapia infantil, quanto na terapia do adulto. Reconhecer os sentimentos   é  reconhecer a si próprio, e portanto, ajuda amenizar a angustia, os comportamentos agressivos, o medo, a ansiedade etc...

Segue o trailer do filme: Divertida Mente:




 É isso aí, pessoal?!? Espero que tenham gostado!


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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Educação Emocional: reconhecendo nossos sentimentos através do lúdico.

O fato de reconhecer os próprios sentimentos e educar-se para isso, tende a  amenizar diversos problemas psicológicos (como medo excessivo, ansiedade e nervosismo) que atrapalham o desenvolvimento da criança
Durante uma sessão lúdica sempre é pontuado para criança suas ações e também o que ela demonstra sentir. Porém é legal dispor de atividades nas quais a criança pode falar abertamente sobre sentimentos, estimule-a a contar sobre ela e sobre o que sente (essa é o grande segredo da Educação Emocional). 
Além disso tais atividades desenvolvem outros aspectos da criança como: atenção, coordenação motora, memória, criatividade, a linguagem, expressão corporal e artística.
Mesmo que a criança não apresente questões psicológicas acho muito válido pais proporem esse tipo de atividade em casa e professores incluirem na rotina escolar. 

Deixo abaixo alguns exemplos dessas atividades:

1-) Máscaras com pratinho de papelão. Explique a atividade e deixe a criança fazer as máscaras (apenas acompanhe), Converse sobre os sentimentos que ela escolher. Depois brinque com as máscaras.


Até eu me diverti ;)
   2-) Bonecos de bexiga (feito com bexiga e farinha de trigo, para quem quiser fazer). Eu utilizo esses bonequinhos já prontos e vou conversando com a criança sobre os sentimentos e ela vai fazendo as caretinhas.   É uma opção dar o bonequinho sem os olhos, nariz e deixar a criança fazer com canetas permanentes.                                          

                                         

                                            

                                                  
                                               É isso aí, pessoal?!? Espero que tenham gostado!

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Como trabalhar as diferenças com as crianças (Inclusão e Bullying = Ed. Emocional).




O tópico inclusão é algo muito discutido na atualidade. Fala-se da necessidade de preparar profissionais e ambientes públicos para atender pessoas com necessidades especiais, porém pouco se fala da importância de preparar as crianças para lidarem com as diferenças das pessoas que estão a volta delas.
Ultimamente tenho percebido essa necessidade até na clínica infantil, pois cada vez mais me deparo com crianças rígidas em relação a padrões sociais e por conta disso, se tornam intolerantes a diferença dos outros e até mesmo, preconceituosas (já falei um pouco desses padrões e regras sociais aqui no blog CLICA AQUI). Por isso, resolvi escrever aqui no blog e mostrar possibilidade de trabalhar as diferenças e tornar nossas crianças mais flexíveis perante a si mesmo e ao outro.

Dentro desse contexto o que mais me preocupa é a rigidez das crianças em relação aos padrões sociais, elas (provavelmente devido a mídia e a educação familiar) acreditam que o "correto" é ter a pele branca, ter cabelo liso (e se for loiro é melhor ainda), ser magro, que todos devem aprender rápido a lição e que ninguém pode ter nenhuma dificuldade. Aliás ninguém pode ficar triste, temos que sorrir o tempo todo. 
Porém, na realidade nada é assim de fato na vida e então, essas crianças além de exigir que os coleguinhas devem ser isso ou aquilo, elas passam a exigir delas e é aí que vem o sofrimento, porque além de terem preconceito em relação ao próximo (o que muitas vezes ocasionam o bullying), elas passam a ter preconceitos de sim mesmas e a autoestima infantil se abala. Como já disse aqui milhares de vezes, quando a autoestima está baixa a criança pode ter dificuldades de aprendizagem e socialização, o que afetará no desenvolvimento dela como um todo.

 Então, vou deixar aqui duas possibilidades de trabalhar as diferenças, o preconceito e a inclusão. 

OBS: Enfatizo que para trabalhar aceitação do outro e as diferenças alheias, é necessário trabalhar a aceitação de si próprio e o autoconhecimento.

1-) 
Objetivo geral das atividades: Desenvolve a criatividade, atenção focada e a memória. Se a atividade é feita em família, desenvolve o diálogo e aproximação entre pais e filhos.  Se a atividade é feita em sala de aula, traz aproximação entre alunos e trabalha questões de bullying.
Objetivo específico das atividades: ajuda a criança na conscientização de si próprio e noções corporais. Trabalha a autoestima, as diferenças, preconceito, percepção do outro e aceitação de como ele é.


Nome da atividade: Com quem eu pareço?

Proposta: junto com a criança, pegue uma revista e ao encontrar uma pessoa, peça para ela falar algumas características da pessoa encontrada (cor da pele, cabelo, sorriso, nariz etc..). Mostre a criança algumas possíveis características que se parecem ou que são diferentes dela. Faça a criança refletir! Se você encontrar  pessoas (na revista) que tenham características de alguém conhecido da criança, mostre para ela e pergunte o que ela acha (se acha parecido ou não). (A atividade também pode ser feita com algum personagem na televisão).


Nome da atividade:  Pintando o rosto!



Proposta: use maquiagem, guache ou tinta de pintura facial. Pinte o rosto da criança (pode ser o que você quiser: um bichinho, uma maquiagem leve, não importa) destacando sempre as características dela (por exemplo, mostre como são os olhinhos dela e passe a tinta/ maquiagem e depois mostre como ficou). Por fim, fale para ela fazer o mesmo em você. (Faça a atividade em frente ao espelho). Essa atividade pode ser feita em grupo, em ambiente escolar, entre os alunos, excelente se há casos de preconceito e bullying no grupo.


2-) 
Trabalhando o Curta Metragem: "Cuerdas" (Cordas) - ganhou prêmio Goya 2014.

Objetivo geral e específico: trabalhar as diferenças, a aceitação e a inclusão de maneira direta.



Faixa etária: Acredito que crianças a partir de 7 anos poderia compreender o filme, porém não há uma versão dublada (é preciso ler a legenda com rapidez) e há que diga que é um vídeo "pesado", pois há temas de perdas e morte. Tudo vai depender da forma como é trabalhado, ou do contexto. Pode ser trabalhado com crianças e adolescentes.
Proposta: Assista o filme com as crianças e discutam sobre as atitudes da personagem Maria, sobre as atitudes dos coleguinhas da Maria (que não brincavam com a criança especial), sobre quais eram as diferenças do amiguinho dela. Deixe as crianças falarem o que sentem em relação as amizades, as deficiências, as crianças especiais, sobre a morte etc... É importante ficar atenta, pois pode ser que a criança precise de acolhimento.
Em seguida, peça para a criança fazer um desenho sobre o que marcou ela no filme, pois isso ajuda na elaboração.

Essa são algumas formas de trabalhar o preconceito, as diferenças, o bullying e a autoestima das crianças  e que além dos pais, cabe a escola ter esse olhar. Por isso, mais uma vez retomo aqui a importância de aulas de Educação Emocional nas escolas e de profissionais especializados para isso no ambiente educacional. Enfatizo mais uma vez, que criança que se socializa bem, que se aceita e que tem autoestima positiva, com certeza irá bem na parte pedagógica.

Para quem quer saber mais sobre Educação Emocional, deixo alguns links aqui:
- Sobre Educação Emocional nas Escolas - CLICA AQUI.
Jogo das Emoções (como fazer) - CLICA AQUI. 
Desenvolvendo a autoestima infantil - CLICA AQUI. 




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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Jogo das Emoções (desenvolve habilidades cognitivas, motoras e afetivas)

JOGO DAS EMOÇÕES

Entre as minhas possibilidades de trabalho com crianças está a Educação Emocional, no qual pode ser utilizada dentro ou fora do consultório.
Para quem não sabe, um dos objetivos da Educação Emocional é trazer a consciência da criança os sentimentos, é ajuda-la a reconhecer o que ela está sentindo. Por isso estou sempre pensando em atividades e jogos que desenvolvem esses aspectos afetivos e outras habilidades (cognitivas e motoras).
Nessa minha procura por atividades, criei o JOGO DAS EMOÇÕES que tem como objetivo desenvolver os aspectos psicológicos, mas se a criança construir o joguinho, ela desenvolverá também aspectos motores,  a atenção, a memória, processamento visual, a criatividade e a expressão artística.

Esse jogo pode ser bem construtivo para crianças com dificuldades específicas de aprendizagem, com questões relacionadas ao psicológico (como medo excessivo, ansiedade e outros) e transtornos do espectro autista. 


SEGUE OS MATERIAIS NECESSÁRIOS:
                                     

1- Pratinho de bolo de papelão
2- 1 Pregador
3- Canetinhas
4- Revistas para Recortar
5- Cola e Tesoura
6- Uma folha de sulfite para colar as imagens

VAMOS A CONSTRUÇÃO DA PRIMEIRA PARTE (ROLETA)

Peça para a criança, dividir o pratinhos em partes iguais (de acordo com a quantidade de emoções). Antes peça para ela pensar em todos os sentimentos. Ajude- a se ela tiver dificuldade com os sentimentos. Em seguida, peça para ela desenhar as carinhas de acordo com as emoções em cada parte do pratinho.
No exemplo acima fiz com 8 possibilidades de sentimentos, mas se a criança for pequena (3 ou 4 anos) ou se tiver alguma dificuldade ou deficiência é melhor começar com menos sentimentos e ir aumentando conforme ela for aprendendo.
Por último pegue um pregador e faça uma seta nele (como no exemplo). Pronto, a roletinha das emoções está pronta.

- Nesse parte de construção do jogo as habilidades desenvolvidas são: Lógica (divisão do pratinho), atenção, memória, diferenciação de símbolo (diferenciar um sentimento de outro e desenhar de acordo com tais diferenças) e criatividade.


CONSTRUÇÃO  DA ÚLTIMA PARTE:

Peça para a criança recortar imagens na revista, cole as imagens no papel sulfite e enumere. Auxilie a criança a recortar imagens com expressões de várias emoções diferentes (mais ou menos de acordo com a roleta).

- Nesse parte de construção do jogo as habilidades desenvolvidas são: psicomotoras (recorte e cole), sequenciamento lógico (enumeração das figuras),  afetivas, a atenção e a memória.

REGRAS DO JOGO

(Em geral, tem várias possibilidades de jogo com esses materiais, vou passar uma possibilidade e você pode pedir para criança criar outras).

Gire a roleta de modo que a seta do pregador aponte para um sentimento quando parar de rodar. Em seguida, peça para o jogador achar uma ou mais figuras que corresponda aquela emoção. Quem conseguir achar mais imagens correlacionadas com os sentimentos, ganha o jogo.
Para a criança compreender melhor os sentimentos e a brincadeira ficar mais divertida, peça para ela imitar as emoções também.
É isso, espero que gostem e façam bom proveito!

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Ana Paula Miessi Sanches - Psicóloga




quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Aprendendo a cuidar de si com os bonequinhos que crescem o cabelo. (Desenvolvendo a autoestima e outros aspectos da personalidade)



Como sabem sou Psicóloga Infantil e estou sempre a procura de idéias para ajudar meus pequenos pacientes.

Há cerca de um ano atrás comecei a atender uma menininha de 9 anos que era uma graça, mas muito desleixada. A mãe reclamava que a filha era desorganizada em tudo: com o material escolar, com os estudos, com suas coisas em casa e até mesmo com si própria. Lili (nome fictício) adorava fugir dos cuidados básicos de higiene (segundo a mãe a hora do banho e de escovar os dentes era hora de briga entre elas). Em resumo, Lili não tinha cuidado com nada, não sabia cuidar das suas coisas, dos outros e inclusive de si mesma.

Esse desleixo está intimamente ligado com a autoestima (falta de amor próprio) e/ou com a falta de estímulo para o cuidado com o outro e consigo mesmo

Desde criança observamos os cuidados que os adultos (sendo a mãe o modelo principal) têm conosco e ao internalizar esses cuidados, começamos a seguir os modelos. Mas muitas vezes é necessário que a criança seja estimulada a ter certos cuidados com si próprio e com o outro. 

Acredito que a negligência e falta de cuidado com a criança gera o desleixo, o que tem  forte ligação com o desenvolvimento da baixa autoestima. Porém o cuidado excessivo, quando a criança não precisa se preocupar com nada, faz com que ela não veja a necessidade do cuidar, isso também gera o desleixo.

 A falta de cuidado consigo próprio pode trazer dificuldades escolares (devido a desorganização), problemas de socialização (no caso da minha paciente as outras crianças zombavam dela, fato que intensifica a baixa autoestima), além disso, com a chegada da adolescência (fase em que há uma preocupação com o corpo e estética) pode haver conflitos, já que a criança tende a querer a se cuidar, mas não sabe como.

Então, para ajudar Lili, trabalhei em consultório vários aspectos relacionados ao cuidado com o corpo, a importância da higiene e da organização. Quando percebi que alguns cuidados já tinham sido internalizados, dei de presente para ela o bonequinho que cresce o cabelo (segue o vídeo do passo-a-passo acima ou Clique aqui).

Conversei com a Lili sobre o "Cabeludos",  mostrei que seria responsabilidade dela os cuidados e que ele só iria sobreviver (e o cabelo crescer) se ela disponibilizasse parte do tempo dela se dedicando ao bonequinho. 

Por fim, o bonequinho sobreviveu e o cabelo cresceu. Aos poucos fui trazendo os cuidados com o "Cabeludos" para a realidade dela e com o tempo, Lili passou a se olhar de outra forma,  a se cuidar melhor e consequentemente, passou a ter mais confiança em si (sua autoestima melhorou).  Quanto ao seu comportamento, as guerras para tomar banho diminuiriam, o material escolar passou a ser mais organizado a socialização melhorou.

Pois é, o bonequinho parecia ser uma bobeira de criança, mas juntamente com o processo terapêutico ajudou nas mudanças de comportamento da minha pequena paciente.

FICA A DICA: O bonequinho pode trazer mais benefícios além do "cuidar de si" e de melhorar a autoestima. Se você propor de fazer o "Cabeludos" com a criança, ela desenvolverá habilidades artísticas, a coordenação motora e a atenção focada. Ideal para criança com problemas de déficit de atenção e obviamente, com questões de desorganização, desleixo e baixa autoestima.

OBS: O vídeo eu encontrei na internet. É da Gabi Castro, que tem um canal de artesanatos infantil no YouTube. É excelente! 


Ana Paula Miessi Sanches - Psicóloga