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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Aplicativos que favorecem o desenvolvimento da criança (Post II)



Olá, pessoal!
Como algumas pessoas sempre me pedem dicas de aplicativos para as crianças, além das que estão no outro post ( CLICA AQUI para ver),  deixo aí mais aplicativos infantil.

Segue abaixo alguns aplicativos Android e IOS gratuitos.

1- Matrix Game 1: Ideal para crianças a partir de 4 anos. Nesse jogo a criança deve fazer a combinação das cores com o bichinho e desta forma, desenvolve a percepção visual (através da diferenciação dos elementos do jogo e das cores), a memória, a atenção focada e a coordenação motora fina. Todas essas habilidades favorecem a alfabetização.

2- Classificando e Aprendendo:  Ideal para crianças a partir de 4 anos. Nesse jogo a criança separa os alimentos em diferentes estantes (doce, verduras e frutas). Esse aplicativo desenvolve as mesmas habilidades que o aplicativo citado anteriormente, além de também desenvolver aspectos auditivos, já que há repetição das palavras no jogo.

3- Pepi Tree Lite. Ideal para crianças a partir de 2 anos. Nesse aplicativo há vários joguinhos que envolvem habilidades de percepção visual, memória, atenção e principalmente a coordenação motora fina. Ou seja, o aplicativo também favorece no processo de alfabetização.

4- Pepi Bath Lite. Ideal para crianças a partir de 2 anos.  Nesse aplicativo a criança entra em contato com a higiene, portanto é ideal para as crianças entenderem sobre a importância de escovar os dentes, por exemplo. Além disso, desenvolve as mesmas habilidades do aplicativo anterior.

5- Toca Boca - Hair Salon 2. Ideal para crianças a partir de 2 anos. Nesse aplicativo a criança lava, corta, penteia, tinge e enfeita o cabelo dos personagens. É ideal para crianças com medo de cortar o cabelo, por exemplo, e além disso desenvolve a coordenação motora fina, atenção focada, memória e percepção visual.


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                                                Ana Paula Miessi Sanches - Psicóloga

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Jogo das Emoções (desenvolve habilidades cognitivas, motoras e afetivas)

JOGO DAS EMOÇÕES

Entre as minhas possibilidades de trabalho com crianças está a Educação Emocional, no qual pode ser utilizada dentro ou fora do consultório.
Para quem não sabe, um dos objetivos da Educação Emocional é trazer a consciência da criança os sentimentos, é ajuda-la a reconhecer o que ela está sentindo. Por isso estou sempre pensando em atividades e jogos que desenvolvem esses aspectos afetivos e outras habilidades (cognitivas e motoras).
Nessa minha procura por atividades, criei o JOGO DAS EMOÇÕES que tem como objetivo desenvolver os aspectos psicológicos, mas se a criança construir o joguinho, ela desenvolverá também aspectos motores,  a atenção, a memória, processamento visual, a criatividade e a expressão artística.

Esse jogo pode ser bem construtivo para crianças com dificuldades específicas de aprendizagem, com questões relacionadas ao psicológico (como medo excessivo, ansiedade e outros) e transtornos do espectro autista. 


SEGUE OS MATERIAIS NECESSÁRIOS:
                                     

1- Pratinho de bolo de papelão
2- 1 Pregador
3- Canetinhas
4- Revistas para Recortar
5- Cola e Tesoura
6- Uma folha de sulfite para colar as imagens

VAMOS A CONSTRUÇÃO DA PRIMEIRA PARTE (ROLETA)

Peça para a criança, dividir o pratinhos em partes iguais (de acordo com a quantidade de emoções). Antes peça para ela pensar em todos os sentimentos. Ajude- a se ela tiver dificuldade com os sentimentos. Em seguida, peça para ela desenhar as carinhas de acordo com as emoções em cada parte do pratinho.
No exemplo acima fiz com 8 possibilidades de sentimentos, mas se a criança for pequena (3 ou 4 anos) ou se tiver alguma dificuldade ou deficiência é melhor começar com menos sentimentos e ir aumentando conforme ela for aprendendo.
Por último pegue um pregador e faça uma seta nele (como no exemplo). Pronto, a roletinha das emoções está pronta.

- Nesse parte de construção do jogo as habilidades desenvolvidas são: Lógica (divisão do pratinho), atenção, memória, diferenciação de símbolo (diferenciar um sentimento de outro e desenhar de acordo com tais diferenças) e criatividade.


CONSTRUÇÃO  DA ÚLTIMA PARTE:

Peça para a criança recortar imagens na revista, cole as imagens no papel sulfite e enumere. Auxilie a criança a recortar imagens com expressões de várias emoções diferentes (mais ou menos de acordo com a roleta).

- Nesse parte de construção do jogo as habilidades desenvolvidas são: psicomotoras (recorte e cole), sequenciamento lógico (enumeração das figuras),  afetivas, a atenção e a memória.

REGRAS DO JOGO

(Em geral, tem várias possibilidades de jogo com esses materiais, vou passar uma possibilidade e você pode pedir para criança criar outras).

Gire a roleta de modo que a seta do pregador aponte para um sentimento quando parar de rodar. Em seguida, peça para o jogador achar uma ou mais figuras que corresponda aquela emoção. Quem conseguir achar mais imagens correlacionadas com os sentimentos, ganha o jogo.
Para a criança compreender melhor os sentimentos e a brincadeira ficar mais divertida, peça para ela imitar as emoções também.
É isso, espero que gostem e façam bom proveito!

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Ana Paula Miessi Sanches - Psicóloga




segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Crianças que não aprendem: Uma breve reflexão.




A criança que não aprende é questão discutida por professores, pais, pediatras, psicólogos, neurologistas, psicopedagogos, fonoaudiólogos e tantos outros. Normalmente as reflexões giram em torno da criança, é sempre ela que precisa de estímulo, que é desatenta, que é agitada, que é indisciplinada, enfim, a criança é sempre o problema. Mas será que é isso mesmo? Será que o problema da não aprendizagem estão nos alunos mesmo? 

Acredito que a grande questão está na educação, na metodologia, que no meu ponto de vista, está obsoleta para as nossas crianças. Já pensaram que nós, nossos pais e nossos avós aprendemos da mesma maneira? 

A crianças de hoje vivenciam praticamente a mesma rotina escolar que os nossos avós vivenciaram: vão à escola todos os dias, sentam -se enfileirados, abrem os livros, prestam atenção no professor que está  a frente e assim vai... 

Porém, hoje em dia as crianças têm acesso ao mundo eletrônico, as informações são mais rápidas, elas pensam e agem de maneira diferente em relação as crianças de gerações passadas. Assim, o método de ensino tradicional se torna mecânico demais para elas.

O vídeo da UnivespTV (na íntegra abaixo) traz alguns fatos a serem refletidos e que eu concordo plenamente:

- " O papel do professor é fugir do papel de explicador. O professor deve provocar um ensino desafiador, o ensino que provoca no aluno o desejo de aprender, de querer conhecer e resolver situações... Perde-se tanto tempo resolvendo a questão do aluno...Mas e a análise que a gente faz do ensino, das nossas práticas?"

- " As crianças do século XXI não irão se interessar por práticas mecânicas de decorebas, frases repetitivas e atividades mecânicas."


Segue abaixo o vídeo - Criança que não aprende - da UnivespTV (Canal digital da TV Cultura).





Ana Paula Miessi Sanches - Psicóloga.


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Problemas de Aprendizagem - Parte III (Documentário da HBO)




Nesse post irei finalizar com o assunto do Documentário da HBO - Não Sei Fazer Isso, Mas Sei Fazer Aquilo.
Caso você ainda não tenha assistido, Clique aqui para ver o Documentário, ou veja abaixo.





Nos posts anteriores algumas dificuldades específicas como a Dislexia (Clique Aqui)  e a Discalculia (Clique Aqui) foram abordadas com mais precisão. Porém,  vou finalizar o assunto com uma posição menos "rotuladora" e mais humanizada ao meu modo de ver.

Poderia falar de outras dificuldades específicas de aprendizagem que são expostas no documentário, como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade ou o Déficit de Processamento Auditivo, mas vou fechar o tema com um olhar na criança e no seu desenvolvimento como um todo.

Ao assistir o vídeo, vocês perceberam como essas crianças se sentem? O que deixam elas felizes e confiantes? E o que faziam elas superarem as dificuldades?

Acredito que nessas três perguntas estão os princípios básicos para ajudar uma criança com dificuldade de aprender, independente do diagnóstico que ela tenha. Ao compreender que as crianças com problemas de aprendizagem se sentem desmotivadas perante aos estudos e que elas se sentem descrentes e inseguras em relação a si próprio, é possível  constatar que as coisas ao seu redor precisam de mudanças. Se a criança não aprender de determinada forma, haverá outras maneiras de conquistar o aprendizado.

Não é à toa que o nome do documentário é "Não sei fazer isso, mas sei fazer aquilo" .  Ou seja, se eu não aprendo matemática como todo mundo, posso aprender de outro jeito, posso também encontrar outras atividades que me dão prazer e que eu executo com facilidade. Assim como os personagens do vídeo que tinham suas dificuldades de aprender em sala de aula, mas eram excelentes na dança ou no motocross, por exemplo.

A mensagem principal do documentário, e minha também, é que todos nós somos capazes e temos facilidades em determinadas áreas e dificuldades em outras. As áreas que temos facilidades, devemos estar em contato com elas, pois isso eleva a nossa auto-estima e nos faz bem. As que temos dificuldades, devemos encontrar formas de superá-las tendo em mente que o jeito certo de aprender para mim não é, necessariamente, o melhor para você, pois SOMOS ÚNICOS e diferentes uns dos outros.

Acredito que o fator principal para o desenvolvimento das crianças no documentário é aceitação das dificuldades tanto da criança, quanto da família. Todas elas têm consciência do seu problema, buscaram ajuda de profissionais e se abriram para outras formas de aprender.
O primeiro passo da vitória é aceitar e acabar  com os rótulos que trazem preconceitos em relação a capacidade da criança aprender.


Ana Paula Miessi Sanches - Psicóloga



terça-feira, 29 de maio de 2012

Dicas de como organizar a rotina escolar das crianças



Engano seu pensar que mais um semestre se foi e nada mais poderá ser feito em relação a situação escolar do seu filho. Agora é justamente a hora de analisar o que está  errado e começar as mudanças  o quanto antes.

A primeira coisa a ser analisada em relação as notas baixas são: o aluno está com a vida escolar organizada? Como estão os horários? Como é a rotina de estudos? E o material?

A criança precisa da ajuda de um adulto para orientá-la quanto a organização da vida em geral, bem como da rotina escolar. Caso contrário, haverá grandes chances da desorganização e da falta de planejamento levarem o aluno ao fracasso escolar.

Portanto, segue algumas dicas para planejamento e organização escolar.

1- Rotina: toda criança necessita de regras e horários. Organize os horários com tempo para brincar, tempo para os estudos e tempo para as atividades extra-curriculares. Tome cuidado para não exigir demais quanto as horas de estudos, pois isso pode se tornar algo estressante e fazer com que a criança tenha aversão aos estudos. Cuidado também com a quantidade de atividades extra-curriculares, pois no fim do semestre pode se tornar cansativo e massante. Converse com a criança, faça combinados e permita que ela dê opinião quanto aos horários.

2- Agenda. Incentive a criança utilizar a agenda. Combine com ela de anotar as lições, as provas e outras atividades curriculares e extra-curriculares. Verifique sempre a agenda e acompanhe os acontecimentos, os horários, o que foi feito e o que não foi. Fique sempre de olho e anote todos os combinados de modo que fique claro para todos que convivem com a criança.

3- Organização do local de estudos: o ambiente de estudos  interfere tanto no desempenho escolar, como no desenvolvimento da criança como um todo. Mantenha a casa limpa e organizada, evite que a televisão esteja ligada no mesmo ambiente de estudo, evite que outras pessoas, barulhos em geral perturbe o momento dedicado ao estudo. Verifique sempre a organização do material escolar (se caderno, lápis e borracha estão bons para o uso) e aproveite para estimular a criança a zelar pela limpeza e organização geral das coisas. Incentive-a a organizar o ambiente e os materiais do modo que ela quiser, pois assim ela se sentirá bem ao estudar.

4- De olho na Escola: se você notar que seu filho está muito desorganizado, converse na escola e peça ajuda para a professora. O ideal é que ela saiba todos os combinados feitos com a criança e que vez ou outra ela também verifique a agenda do aluno.

Essas dicas são do  Projeto PEQUENIÑOS entenda mais sobre o Projeto e acesse (http://peque-nino.blogspot.com.br/p/projeto-pequeninos.html ).
Estamos prontos a ajudar no desenvolvimento do seu filho!


Ana Paula Miessi Sanches - Psicóloga Infantil

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Problemas escolares - saiba como incentivar seu filho!



O primeiro semestre passou e as notas do seu filho já não estão aquela maravilha? Ao invés de ficar nervosa com a situação e culpar a criança, pare para pensar se você é uma mãe ou pai que incentiva os estudos.

É fato consumado que se a criança não é estimulada a leitura e aos estudos em geral, que ela não desenvolverá o hábito e o gosto pela escola e pelos livros. Fique atento nos seus hábitos, pois você é o modelo do seu filho. Você tem o costume de ler? Sua casa tem livros a disposição para seus filhos? Vocês costumam ir juntos a livrarias e até mesmo ao teatro e cinema? Você acompanha a rotina escolar das crianças? Se sua resposta foi NÃO para a maioria das perguntas, analise se você não deve mudar alguns hábitos a fim de melhorar o desempenho escolar do seu filho.

Segue algumas dicas:

1- Incentive seu filho a ler: leve-o a livraria pelo menos uma vez por mês, leia com ele, leia para ele. Incentive a compra de livros ao invés dos brinquedos algumas vezes. Compre livros do seu gosto e promova momentos de leitura em casa, momento em que todos leem algum livro. O simples hábito da leitura desenvolverá a linguagem, a escrita e melhorará a interpretação de texto das crianças. Assim, facilitará o aprendizado de todas as matérias.

2- Converse com seu filho sobre o dia-a-dia escolar: pergunte o que ele fez na escola, sobre suas lições e provas. Acompanhe as lições e agendas. Esse simples ato mostrará que você dá importância aos estudos (e vai muito além de ficar falando isso para seu filho) e é provável que ele sinta maior interesse em dividir esse momento com você. Atitutes valem mais que palavras sempre.

3- Estude com seu filho: tirar um tempo semanal para estudar com seu filho pode se tornar um momento de aproximação pai-filho e isso fará com que a criança aprecie essa hora e passe a investir mais nos estudos.

4- Conheça a escola do seu filho: Vá a escola, conheça a professora, a coordenação e todos que interagem diretamente com seu filho. Tente entender qual é o método de ensino utilizado pela instituição. Isso tudo fará você entrar no mundo escolar do seu filho. Essas atitudes farão a criança interiorizar o quanto você se importa com o aprendizado dele e o quanto estudar é importante.

Essas dicas são do Projeto Pequeniños (Acompanhamento Educacional) - entenda mais sobre o Projeto e acesse (http://peque-nino.blogspot.com.br/p/projeto-pequeninos.html).
Estamos prontos a ajudar no desenvolvimento do seu filho!

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