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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

É desde criança que se desenvolve o autocontrole.



Conforme vamos crescendo e passando pelas fases da vida, a tendência é o amadurecimento emocional e como consequência,  vamos aos poucos aprendendo a controlar nossas emoções. Porém, desde criança podemos desenvolver o autocontrole, basta estimular e ensinar as crianças sobre as emoções ( e mais uma vez falo da Educação Emocional).
Uma ferramenta que tenho usado na clinica com as crianças para esse propósito é  o "Semáforo do Autocontrole", segue imagem:

  
O desenho do semáforo acima fica exposto na sala de atendimento do meu consultório. Converso com a criança sobre as emoções , sobre quando é necessário respirar e manter a calma, sempre visualizando a imagem. Elas normalmente trazem que precisam de calma quando estão nervosos, com raiva e com medo. E assim, vou conversando com a criança e, junto com ela, vamos descobrindo maneira de controlar as emoções de acordo com que elas vão aparecendo.

É muito legal perceber como as crianças trazem respostas e soluções bacanas para resolver suas questões, além disso vou mostrando maneiras possíveis delas canalizarem seus sentimentos, caso elas não consigam uma resposta. O simples "bate-papo" com as crianças (com auxilio da imagem que criei) traz a autopercepção de si, o aprendizado sobre as emoções e o autocontrole. A atividade pode proporcionar melhoras em relação ao medo, agitação, ansiedade, agressividade e etc... 


É isso aí, pessoal?!? Espero que tenham gostado!

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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Quando é necessário procurar um psicólogo?


  Quando é necessário procurar atendimento psicológico? Ou mais, quando de fato as pessoas recorrem a psicoterapia? 

Essa é a pergunta que eu mais escuto no meu dia-a-dia. A resposta em geral é muito simples e serve tanto para adultos ou pais que procuram terapia para seus filhos. A busca por tratamento psicológico se dá quando há algum sofrimento envolvido, no qual a pessoa não consegue sair do conflito sozinha.

Em adultos a busca acontece quando passam por alguma fase difícil como separação, perda de algum ente querido, problemas em relacionamentos amorosos e dificuldades no cotidiano de trabalho. Além disso, muitos buscam ajuda psicológica devido a diagnósticos psiquiátricos que podem ou não estar atrelados as questões citadas acima como: Depressão , Alcoolismo ,TOC, Bulimia/Anorexia, Síndrome do Pânico e outros. 

Cada vez mais idosos procuram por tratamento psicológico a fim de viverem melhor essa fase e superar perdas e mudanças recorrentes na vida. Também buscam a psicologia para tratamento de Alzheimer, Parkinson e outras doenças degenerativas do cérebro com o objetivo de terem estímulo da memória,cognição e psicomotora.

Já as crianças chegam até a mim pelos principais motivos: medo excessivo, dificuldades de aprendizagem, ansiedade (com sintomas que prejudicam o sono), questões em relação a separação de pais, dificuldade de socialização e questões escolares.
 
O trabalho do psicólogo também tem o intuito de ajudar crianças (ou adultos) com Autismo, TDAH e outros transtornos. O tratamento foca em estimular as capacidades que estão em deficits e ajuda o paciente a conviver e se adaptar ao seu cotidiano. O tratamento, nestes casos, também conta com orientações de pais e escolar.


Acesse alguns Posts que podem te ajudar:


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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Educação Emocional: reconhecendo nossos sentimentos através do lúdico.

O fato de reconhecer os próprios sentimentos e educar-se para isso, tende a  amenizar diversos problemas psicológicos (como medo excessivo, ansiedade e nervosismo) que atrapalham o desenvolvimento da criança
Durante uma sessão lúdica sempre é pontuado para criança suas ações e também o que ela demonstra sentir. Porém é legal dispor de atividades nas quais a criança pode falar abertamente sobre sentimentos, estimule-a a contar sobre ela e sobre o que sente (essa é o grande segredo da Educação Emocional). 
Além disso tais atividades desenvolvem outros aspectos da criança como: atenção, coordenação motora, memória, criatividade, a linguagem, expressão corporal e artística.
Mesmo que a criança não apresente questões psicológicas acho muito válido pais proporem esse tipo de atividade em casa e professores incluirem na rotina escolar. 

Deixo abaixo alguns exemplos dessas atividades:

1-) Máscaras com pratinho de papelão. Explique a atividade e deixe a criança fazer as máscaras (apenas acompanhe), Converse sobre os sentimentos que ela escolher. Depois brinque com as máscaras.


Até eu me diverti ;)
   2-) Bonecos de bexiga (feito com bexiga e farinha de trigo, para quem quiser fazer). Eu utilizo esses bonequinhos já prontos e vou conversando com a criança sobre os sentimentos e ela vai fazendo as caretinhas.   É uma opção dar o bonequinho sem os olhos, nariz e deixar a criança fazer com canetas permanentes.                                          

                                         

                                            

                                                  
                                               É isso aí, pessoal?!? Espero que tenham gostado!

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Como trabalhar as diferenças com as crianças (Inclusão e Bullying = Ed. Emocional).




O tópico inclusão é algo muito discutido na atualidade. Fala-se da necessidade de preparar profissionais e ambientes públicos para atender pessoas com necessidades especiais, porém pouco se fala da importância de preparar as crianças para lidarem com as diferenças das pessoas que estão a volta delas.
Ultimamente tenho percebido essa necessidade até na clínica infantil, pois cada vez mais me deparo com crianças rígidas em relação a padrões sociais e por conta disso, se tornam intolerantes a diferença dos outros e até mesmo, preconceituosas (já falei um pouco desses padrões e regras sociais aqui no blog CLICA AQUI). Por isso, resolvi escrever aqui no blog e mostrar possibilidade de trabalhar as diferenças e tornar nossas crianças mais flexíveis perante a si mesmo e ao outro.

Dentro desse contexto o que mais me preocupa é a rigidez das crianças em relação aos padrões sociais, elas (provavelmente devido a mídia e a educação familiar) acreditam que o "correto" é ter a pele branca, ter cabelo liso (e se for loiro é melhor ainda), ser magro, que todos devem aprender rápido a lição e que ninguém pode ter nenhuma dificuldade. Aliás ninguém pode ficar triste, temos que sorrir o tempo todo. 
Porém, na realidade nada é assim de fato na vida e então, essas crianças além de exigir que os coleguinhas devem ser isso ou aquilo, elas passam a exigir delas e é aí que vem o sofrimento, porque além de terem preconceito em relação ao próximo (o que muitas vezes ocasionam o bullying), elas passam a ter preconceitos de sim mesmas e a autoestima infantil se abala. Como já disse aqui milhares de vezes, quando a autoestima está baixa a criança pode ter dificuldades de aprendizagem e socialização, o que afetará no desenvolvimento dela como um todo.

 Então, vou deixar aqui duas possibilidades de trabalhar as diferenças, o preconceito e a inclusão. 

OBS: Enfatizo que para trabalhar aceitação do outro e as diferenças alheias, é necessário trabalhar a aceitação de si próprio e o autoconhecimento.

1-) 
Objetivo geral das atividades: Desenvolve a criatividade, atenção focada e a memória. Se a atividade é feita em família, desenvolve o diálogo e aproximação entre pais e filhos.  Se a atividade é feita em sala de aula, traz aproximação entre alunos e trabalha questões de bullying.
Objetivo específico das atividades: ajuda a criança na conscientização de si próprio e noções corporais. Trabalha a autoestima, as diferenças, preconceito, percepção do outro e aceitação de como ele é.


Nome da atividade: Com quem eu pareço?

Proposta: junto com a criança, pegue uma revista e ao encontrar uma pessoa, peça para ela falar algumas características da pessoa encontrada (cor da pele, cabelo, sorriso, nariz etc..). Mostre a criança algumas possíveis características que se parecem ou que são diferentes dela. Faça a criança refletir! Se você encontrar  pessoas (na revista) que tenham características de alguém conhecido da criança, mostre para ela e pergunte o que ela acha (se acha parecido ou não). (A atividade também pode ser feita com algum personagem na televisão).


Nome da atividade:  Pintando o rosto!



Proposta: use maquiagem, guache ou tinta de pintura facial. Pinte o rosto da criança (pode ser o que você quiser: um bichinho, uma maquiagem leve, não importa) destacando sempre as características dela (por exemplo, mostre como são os olhinhos dela e passe a tinta/ maquiagem e depois mostre como ficou). Por fim, fale para ela fazer o mesmo em você. (Faça a atividade em frente ao espelho). Essa atividade pode ser feita em grupo, em ambiente escolar, entre os alunos, excelente se há casos de preconceito e bullying no grupo.


2-) 
Trabalhando o Curta Metragem: "Cuerdas" (Cordas) - ganhou prêmio Goya 2014.

Objetivo geral e específico: trabalhar as diferenças, a aceitação e a inclusão de maneira direta.



Faixa etária: Acredito que crianças a partir de 7 anos poderia compreender o filme, porém não há uma versão dublada (é preciso ler a legenda com rapidez) e há que diga que é um vídeo "pesado", pois há temas de perdas e morte. Tudo vai depender da forma como é trabalhado, ou do contexto. Pode ser trabalhado com crianças e adolescentes.
Proposta: Assista o filme com as crianças e discutam sobre as atitudes da personagem Maria, sobre as atitudes dos coleguinhas da Maria (que não brincavam com a criança especial), sobre quais eram as diferenças do amiguinho dela. Deixe as crianças falarem o que sentem em relação as amizades, as deficiências, as crianças especiais, sobre a morte etc... É importante ficar atenta, pois pode ser que a criança precise de acolhimento.
Em seguida, peça para a criança fazer um desenho sobre o que marcou ela no filme, pois isso ajuda na elaboração.

Essa são algumas formas de trabalhar o preconceito, as diferenças, o bullying e a autoestima das crianças  e que além dos pais, cabe a escola ter esse olhar. Por isso, mais uma vez retomo aqui a importância de aulas de Educação Emocional nas escolas e de profissionais especializados para isso no ambiente educacional. Enfatizo mais uma vez, que criança que se socializa bem, que se aceita e que tem autoestima positiva, com certeza irá bem na parte pedagógica.

Para quem quer saber mais sobre Educação Emocional, deixo alguns links aqui:
- Sobre Educação Emocional nas Escolas - CLICA AQUI.
Jogo das Emoções (como fazer) - CLICA AQUI. 
Desenvolvendo a autoestima infantil - CLICA AQUI. 




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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Crianças sem limites? O que fazer? Quais as consequências para o desenvolvimento infantil?


Recentemente a lei da palmada foi aprovada no Brasil e se a questão de crianças sem limites já era um tópico em pauta, agora isso se intensificou. Há pais e até mesmo educadores confusos em relação a isso, pois acham que a única maneira de educar é  através da palmada, mas reforço aqui que a violência não é uma forma de colocar limites e sim uma forma de coagir a criança . Então, vamos pensar em como de fato colocar limites?

Sempre digo que amar uma criança implica em propiciar os cuidados básicos que envolvem: 1- a saúde física e a educação-escola, 2- dar carinho e atenção e 3- colocar limites. Esses três "cuidados" permitem que a criança se desenvolva tanto nos aspectos físicos como intelectuais e psicológico. Acredito que o impor limites é algo realmente mais complicado, pois para isso é preciso tomar  algumas medidas, que para muitos pais não é algo tão óbvio.

Sabe quais são essas medidas?
1-) PARAR e FOCAR na criança por alguns momentos do dia-a-dia.
2-) OBSERVAR E PERCEBER a criança
3-) A partir disso, dar o que a criança realmente NECESSITA e não o que ela QUER.

Ou seja, tudo o que você precisa é entender as necessidades da criança, que normalmente são únicas e não comparável com nenhuma outra criança. A partir do reconhecimento das necessidades é possível saber quando é preciso dizer não ou quando é possível ceder as vontades da criança.
O que acontece hoje em dia é que os pais não param para observar o filho e geralmente nunca dizem não, pois não conseguem ver o que a criança precisa naquele momento. Eles geralmente cedem aos desejos da criança, pois é mais fácil dizer "sim" do que o "não" (o "sim" gera sorrisos, já o "não" gera birras e dá muito mais trabalho).
 Ainda em relação ao dizer "não", vejo que a grande dificuldade dos pais é frustrar os filhos,  eles querem de toda maneira proteger o sofrimento dos pequenos. Porém nós só lidaremos bem com a frustração se aprendermos isso desde criança, pois assim vamos criando ferramentas internas que nos farão ser mais fortes para lidar com as perdas e as dores inerentes da vida.
Por isso, dizer "NÃO" e fazer com que os filhos se frustrem (e aprendam a lidar com isso), é o maior ato de amor e de educação que um pai pode dar a um filho.
                                                           
   ....

A criança está aprendendo tudo e inclusive o que é limite, ela não sabe o que pode e o que não pode, por isso, muitas vezes, elas testam a gente o tempo todo. Elas não sabem até onde podem ir , é nós adultos que delimitamos o espaço que existe entre o poder e o não poder e isso se dá através do estabelecimentos de regras e limites na educação.
 A criança que aprende o que é limite tende a crescer mais segura de si (autoestima positiva), tende a se relacionar com mais facilidade e tende a fazer escolhas mais certeiras na vida. Provavelmente será um adulto mais centrado, menos ansioso, medroso e que sabe lidar com as  frustrações inerentes da vida. Crianças que foram educadas sem limites bem estabelecidos terão a chance de viver sérios conflitos durante o resto da vida, pois podem ter dificuldades em adaptar-se e enfrentar o novo, e por isso, são mais vulneráveis a terem relacionamentos "patológicos" e a se envolverem com alcool e drogas.

Mas como colocar os LIMITES na criança? Segue algumas dicas:
1-) Pare para observar a criança. Tenha sempre em mente o que ela realmente precisa, assim você terá facilidade em dar o que ela necessita e não o que ela quer (afinal ela ainda não tem o juízo desenvolvido para saber o que é melhor para ela).
2-) Converse com a criança, desenvolva o diálogo desde sempre. Crie a oportunidade de diálogos não agressivos e fique atento para as atitudes positivas da criança e reforce isso. Enfim, incentive, elogie, e aconselhe.
3-) Sempre que possível faça a criança refletir sobre os comportamentos dela e aponte o que é certo ou errado.
4-) Não dê a criança TUDO o que ela QUER. Dificulte um pouco as coisas e não dê tudo de mão beijada. Estipule datas para dar presentes e brinquedos. FAÇA a criança CONQUISTAR e ter MERECIMENTO para ganhar as coisas. O que dá muito certo são aqueles quadros de reforço, no qual elas ganham algo quando fizeram algo positivo.
5-) Criança com limites é criança com ROTINA estabelecida. A criança consegue identificar o que pode e o que não pode quando segue uma rotina fixa (pelo menos durante a semana). A rotina é uma forma da criança entender que as coisas nem sempre são como a gente quer, e isso por si só já é uma forma de lidar com a frustração.
6-) Não evite todos as frustrações que a criança possa passar. Ao invés disso, converse e encoraje-o a enfrentar e lidar com o problema. Mostre possíveis soluções, mas não resolva por ele.

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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Como fazer uma Caixa Sensorial Montessoriana (ferramenta que ajuda no processo de aprendizagem e em algumas questões psicológicas)



A caixa sensorial é uma ferramenta que traz muitos benefícios para o desenvolvimento da criança. Através de brincadeiras com ela é possível desenvolver habilidades cognitivas, motoras e afetivas. Por esse motivo resolvi postar aqui e compartilhar com vocês.

Há muito o que se falar de uma "Caixa Sensorial" , para a educadora Maria Montessori o caminho do intelecto passa pelas mãos, pois é por meio do toque que as crianças exploram o mundo ao seu redor.
 Através da atividade sensorial é possível preparar a criança para a alfabetização,  matemática, coordenação motora, atenção, orientação espacial, criatividade, percepção visual, tátil e outros. Além disso, de acordo com a maneira em que é utilizada, a caixa sensorial trabalha o medo, a ansiedade e a autoestima.


Então, vamos preparar um Caixa Sensorial de Arroz!

 Você vai precisar de:
1-) Arroz
2-) Álcool líquido
3-) Caixa de plástico (do tamanho de sua preferência, mas não deve ser pequena)
4-) Corante alimentício
5-) Miniaturas da sua preferência e mini ferramentas.

 Para colorir o arroz:
Adicione o arroz (uma xícara), o alcool (uma colher de chá) e o corante alimentício (algumas gotas)  num saquinho plástico. Feche o saquinho e chacoalhe bem para misturar a cor. Depois, ou despeje o arroz numa vasilha, ou abra bem o saquinho para secar - a secagem é bem rápida. Veja o exemplo na foto abaixo.




Em seguida, misture  na caixa todas cores que você preparou e coloque as miniaturas escolhidas.

  
Olha aí a minha Caixa Sensorial Montessoriana.
Eu usei só duas cores, pois já tinha esses corantes em casa.








Antes que me perguntem, vamos ver possibilidades de uso da Caixa Sensorial Montessoriana!
A caixa, de preferência, deve ter algo colorido (como no caso, arroz). Com o arroz é possível que a criança desenvolva a sensibilidade tátil e as cores é possível trabalhar a visão (percepção visual, que ajuda nos processos de diferenciações que são muito importantes no processo de alfabetização).

 Com a caixa em mãos, basta você saber o que quer desenvolver na criança e criar possibilidades com ela, além da possibilidade de deixar a criança criar e brincar sozinha.

 Vou deixar alguma dicas e possibilidades de trabalho:
1-) Problemas de aprendizagem (alfabetização, relacionadas diferenciação de símbolos): coloque letrinhas e peça para a criança achar na caixa e formar palavras. Faça, também, com os olhos vendados (quando as letrinhas forem de formato na madeira ou EVA) e assim, trabalhará a atenção focada, a memória visual e tátíl (ideal para crianças com déficit da atenção e hiperatividade e para a dislexia).

2-) Questões relacionadas ao psicológico. Para o medo e ansiedade é possível vendar os olhos da criança e prestar atenção no que ela demonstra sentir, pontue para a criança os sentimentos que ela traz. Essa atividade eu aconselho para profissionais da psicologia, pois eles saberão colocar a atividade no contexto de ludoterapia, para assim resolver o problema. Essa atividade isolada dificilmente irá solucionar o medo e ansiedade da criança.

3-) Coordenação Motora. Peça para a criança pegar os objetos com um pregador, por exemplo, e assim estará trabalhando a coordenação motora fina.


Espero que tenham gostado! Eu adorei e estou utilizando muito a minha caixa em consultório.









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